No segundo dia resolvemos dormir até mais tarde porque já não havia pé, perna e coluna que aguentassem o pique. Acordamos com calma, decidimos quais lugares íamos visitar, onde íamos tomar café, etc. Quando saímos já eram quase 11:00h e tivemos bastante dificuldade em encontrar um restaurante que servisse café da manhã nesse horário, talvez porque não estávamos em um bairro turístico.
Saímos e fomos comer o famoso crepe de Nutella. Claro, porque não adianta ficar só andando e visitando lugares. Para conhecer Paris é preciso mergulhar na cultura local, tentar falar francês (ainda que você fale tudo errado eles vão reconhecer o seu esforco e serão mais simpáticos) e lógico que comer as coisas típicas!! Nesse lugar a gente se deu bem porque o garcom falava português, mas nem sempre foi fácil assim.
À direita temos a famosa ponte Alexandre III, da qual eu não conheco a história (mas que é bonita, isso é) e à esquerda o Museu das Armas, onde está o túmulo de Napoleão Bonaporte. Não entramos lá. Deixamos para entrar no Museu Rodin, que eu sabia que tinha um jardim lindo. Nesse caso foi azar puro (e um pouco de sacanagem do museu também) porque assim que entramos lá comecou a chover, então fomos direto pro jardim para visitá-lo antes que chovesse muito e ficasse cheio de barro. E não é que o jardim estava interditado porque estava em obras? Eu achei o fim do mundo eles cobrarem a entrada inteira e nem avisarem sobre isso. Só lá dentro é que tem uma placa pedindo desculpas pelo transtorno. Abaixo, "O Pensador", de Rodin.
E aqui acabou a nossa pequena aventura romântica, que acabou em um pouco de correria no aeroporto. Mas nem isso, nem o frio, e nem mesmo a chuva que caiu só no último passeio puderam mudar a imagem que vamos guardar de Paris.
A cidade é mesmo maravilhosa e merece ser visitada e revisitada quantas vezes for possível. Agora de volta à realidade, o próximo comentário já será de Lund, onde trabalhamos muito e nos divertimos ainda mais. Até!
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